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Arte & Cultura
24 maio 16

EXPOSIÇÕES // Picasso: mão erudita, olho selvagem De 22 Maio a 14 Agosto

Com um vasto volume de trabalhos do artista espanhol, pertencente ao Musée National Picasso-Paris, a potente exposição organizada pelo Instituto Tomie Ohtake traz peças que guardam uma relação muito particular de Picasso com a sua obra, já que foram selecionadas e mantidas por ele ao longo de sua vida. Estas obras que viveram ao seu lado integram agora a coleção do museu francês cujo acervo picassiano é um dos mais importantes do mundo, proveniente principalmente de duas doações sucessivas efetuadas pelos herdeiros do pintor em 1979 e 1990. Apenas dois dos trabalhos apresentados na mostra vieram originalmente do acervo de Dora Maar, adquiridos posteriormente pelo museu.

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Picasso: mão erudita, olho selvagem, com curadoria de Emilia Philippot, curadora também do Musée National Picasso-Paris, é composta por 153 peças, sendo a grande maioria inédita no Brasil, que traçam um percurso cronológico e temático em torno de conjuntos que seguem as principais fases do artista, desde os anos de formação até os últimos de produção. São 116 trabalhos do mestre espanhol – 34 pinturas, 42 desenhos, 20 esculturas e 20 gravuras –, além de uma série de 22 fotogramas de André Villers realizados em parceria com Picasso. Completam a mostra 12 fotografias de autoria de Dora Maar, três de Pirre Manciet e filmes sobre os trabalhos e seus processos de realização. “Escolhemos aproveitar o caráter específico da coleção para esboçar um retrato do artista que questiona sua relação com a criação, entre fabricação e concepção, implantação e pensamento, mão e olho “, destaca Philippot.

Conforme afirma a curadora, a exposição fundamenta-se na relação especial mantida pelo artista com suas próprias obras. “Esta ligação íntima e pessoal, que irriga toda a produção de Picasso, transparece de forma diferente de acordo com os vários períodos: retratos íntimos da mãe do artista ou de seu primeiro filho, Paul, celebração apaixonada da sensualidade feminina de Maria-Thèrèse Walter, denúncias intransigentes dos males causados pelos conflitos contemporâneos, da Guerra Civil Espanhola ou da Ocupação da França pelas tropas alemãs”, destaca Philippot. Segundo a curadora, ainda, seja qual for o assunto abordado, por todos os lados se percebe, além das formas, as experiências vividas por Picasso. “ Os laços afetivos do amante, as dúvidas do homem, as alegrias do pai de família, os compromissos do cidadão: tudo se introduzia em sua arte”, completa.

A exposição brasileira sugere um percurso cronológico-temático em dez seções: O primeiro Picasso. Formação e influências (por volta de 1900); Picasso exorcista. As senhoritas de Avignon  (processo da geometrização das formas); Picasso cubista. O violão(relação com a música); Picasso clássico. A máscara da antiguidade (a maternidade, o teatro e a dança); Picasso surrealista. As banhistas; Picasso engajado. Guernica (estudos da obra, fotos e foco na apresentação da tela em 1953 no Brasil/ 2ª Bienal de São Paulo); Picasso na resistência. Interiores e vanitas (processo de trabalho durante a guerra, vida doméstica e vaidades);Picasso múltiplo. A alegria da experimentação  (da cerâmica ao fotograma); Picasso trabalhando. O Mistério Picasso  (a magia de seu processo criativo na pintura); e O último Picasso. O triunfo do desejo  (erotismo em todos seus estados).

A curadora francesa ressalta ainda que, neste percurso, dois projetos fotográficos de primeira ordem testemunham, respectivamente, a realização de Guernica (reportagem realizada por Dora Maar), e a experiência dos fotogramas realizados em parceria com André Villers.
Marcam também a mostra filmes que permitem ao espectador penetrar no coração da criação do trabalho do artista. Desta maneira, o Guernica de Alain Resnais e Robert Hessens (1949) revisita a obra do pintor através do olhar dos desastres da guerra. Dirigido por Henri-Georges Clouzot, em 1956, Le Mystère Picasso revela a extraordinária vitalidade de seu processo criativo.

Maiores informações, acesse o Site:http://www.institutotomieohtake.org.br/

Betty Rachíd
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Arte & Cultura
04 fev 16

Arte e Investimento | COLETIVA “TERTÚLIA”, NA FORTES VILAÇA, DESTACA A PRODUÇÃO DAS MULHERES AO LONGO DOS 15 ANOS DA GALERIA

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Betty Rachíd
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Arte & Cultura
26 jan 16

SE VOCÊ GOSTA DE ARTE, NÃO PODE PERDER “MONDRIAN E O MOVIMENTO DE STIJL” NO BANCO DO BRASIL EM SP

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Betty Rachíd
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Arte & Cultura
09 jan 16

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Louis Vuitton vai comemorar “Volez, Voguez, Voyagez – Louis Vuitton” no Grand Palais de 04 de dezembro de 2015 a 21 de Fevereiro de 2016. Com curadoria de Olivier Saillard, esta exposição retraça grande jornada de Louis Vuitton de 1854 a hoje, por meio de representações de fundação da Casa e aqueles que criam a Louis Vuitton de amanhã.

O Grand Palais foi construído em 1900 durante uma das feiras do mundo o mais espectacular em Paris, que recebeu 48 milhões de visitantes. Nesta virada do século, George Vuitton foi encarregado de organizar a seção inteira dedicada a “Viagens e artigos de couro”. O estande da Louis Vuitton, surpreendentemente sob a forma de um merry-go-round, apresentou bagagem mais inovadora do Maison e bolsas elegantes e foi o centro das atenções.
A viagem temático concebido e desenhado por Robert Carsen navega por nove capítulos, abertura com o símbolo absoluto da Louis Vuitton: uma antiguidade Malle. Um projeto moderno inata, ele previu que viriam a ser os códigos icônicos da Maison e sintetizou o espírito ousado da Louis Vuitton. A exposição apresenta objetos e documentos do Patrimônio da Louis Vuitton, bem como uma selecção de peças emprestados pelo Palais Galliera, Musée de la Mode de la Ville de Paris. Uma seção dedicada ao artesanato fecha a exposição.

Curadoria: Olivier Saillard
diretor artístico e cenógrafo: Robert Carsen

Volez, Voguez, Voyagez – Louis Vuitton: apresentação da exposição

Betty Rachíd
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