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Arte & Cultura, lifestyle
21 mar 17

| LIVRO QUE VOCÊ PRECISA LER |

A dica deste livro foi da Ale Garattoni por conta de um post que fez sobre a Emily Weiss (a queridinha do blog e  da marca “Into the Gloss” que todas as meninas conhecem!).

Sobre o livro:

Carol S. Dweck, professora de psicologia na Universidade Stanford e especialista internacional em sucesso e motivação, desenvolveu, ao longo de décadas de pesquisa, um conceito fundamental: a atitude mental com que encaramos a vida, que ela chama de “mindset”, é crucial para o sucesso. Dweck revela de forma brilhante como o sucesso pode ser alcançado pela maneira como lidamos com nossos objetivos. O mindset não é um mero traço de personalidade, é a explicação de por que somos otimistas ou pessimistas, bem-sucedidos ou não. Ele define nossa relação com o trabalho e com as pessoas e a maneira como educamos nossos filhos. É um fator decisivo para que todo o nosso potencial seja explorado. ” – Então tá!

Andréia Novais
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Arte & Cultura, SEMANAS DE MODA | COLEÇÕES
27 fev 17

SEE THE BEST DRESSED STARS AT THE 2017 OSCARS

// Os melhores looks do Oscar 2017 na opinião do DFW. A mais importante cerimônia do cinema acontece em Los Angeles. //


VIOLA DAVIS EM ARMANI PRIVE: A atriz de ‘Fences’ se surpreendeu com um vestido vermelho de ombro aberto


EMMA STONE EM GIVENCHY HAUTE COUTURE: A estrela de “La La Land” aturdida em um vestido frisado e frisado


 

RUTH NEGGA EM VALENTINO HAUTE COUTURE: A actriz “Loving” vestiu um vestido de manga longa vermelho


JESSICA BIEL EM KAUFMANFRANCO: Brilhante em ouro, a atriz usava um vestido de forma


KIRSTEN DUNST EM DIOR HAUTE COUTURE: A atriz usava um vestido preto chique sem alças


MICHELLE WILLIAMS EM LOUIS VUITTON: A atriz “Manchester By the Sea” usava um vestido com um decote mergulhado

Betty Rachíd
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Arte & Cultura, lifestyle
25 jan 17

SÃO PAULO COMPLETA 463 ANOS DE VIDA E HISTÓRIA

A história da cidade de São Paulo ocorre paralelamente à história do Brasil, ao longo de aproximadamente 463 anos de sua existência, contra os mais de quinhentos anos do país. Embora tenha sido marcada por uma relativa inexpressividade, seja do ponto de vista político ou econômico, durante os primeiros três séculos desde sua fundação, São Paulo destacou-se em diversos momentos como cenário de variados e importantes momentos de ruptura na história do país.

Fundação de São Paulo, 1913. Pintura de Antônio Parreiras.


história da cidade de São Paulo ocorre paralelamente à história do Brasil, ao longo de aproximadamente 463 anos de sua existência, contra os mais de quinhentos anos do país. Embora tenha sido marcada por uma relativa inexpressividade, seja do ponto de vista político ou econômico, durante os primeiros três séculos desde sua fundação, São Paulo destacou-se em diversos momentos como cenário de variados e importantes momentos de ruptura na história do país.

São Paulo surgiu como missão jesuítica, em 25 de janeiro de 1554, reunindo em seus primeiros territórios habitantes de origem tanto europeia quanto indígena. Com o tempo, o povoado acabou caracterizando-se como entreposto comercial e de serviços de relativa importância regional. Esta característica de cidade comercial e de composição heterogênea vai acompanhar a cidade em toda a sua história, e atingirá o seu ápice após o espetacular crescimento demográfico e econômico advindo do ciclo do café e da industrialização, que elevariam São Paulo ao posto de maior cidade do país. Conheça mais sobre a cidade de São Paulo clicando aquANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO

 

 


Fotos/Reprodução Google

Betty Rachíd
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Arte & Cultura
22 jan 17

EXPOSIÇÃO: AGOSTINHO BATISTA DE FREITAS

NO MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand / até 09/04/2017

Vista de São Paulo, 1970, coleção particular, São Paulo

Esta exposição reúne 74 pinturas realizadas entre as décadas de 1950 e 1990, incluindo cinco telas recentemente doadas ao acervo do MASP, fazendo com que, pela primeira vez, a obra de Agostinho Batista de Freitas (1927–1997) esteja presente na coleção do Museu, corrigindo uma lacuna histórica.

O foco aqui são as representações de São Paulo, assunto de que Batista de Freitas se ocupou durante toda a sua trajetória. Nesse caso não se trata apenas de uma extraordinária quantidade de pinturas sobre a cidade, algo singular para São Paulo, mas da qualidade e da variedade desses trabalhos, diversi­ cados e surpreendentes em suas composições, coloridos, pontos de vista e enquadramentos.

Nesta mostra a relação de Batista de Freitas com a cidade se faz presente mediante diversos agrupamentos de obras, organizados em ­ leiras, que vão desde a representação do edifício do Museu, na avenida Paulista, até as vistas aéreas do centro de São Paulo, passando por cenas do cotidiano na Zona Norte, onde o artista vivia, e situações coletivas de diferentes naturezas, que incluem as viagens, as festas, os divertimentos e as manifestações religiosas.

Instalada na arquitetura franca e direta de Lina Bo Bardi (1914-1992), com suas transparências e aberturas para a paisagem urbana, a obra de Batista de Freitas convida a uma visão ativa sobre São Paulo, com suas complexas dinâmicas urbanas, histórias e diferenças sociais.

Agostinho Batista de Freitas, São Paulo faz parte de um importante eixo da direção artística do MASP, que pretende questionar os conceitos de arte erudita e popular, dedicando mostras a artistas autodidatas, frequentemente de origem humilde ou reclusos, operando fora dos circuitos tradicionais do sistema da arte.

Essas estratégias hoje comportam ainda a reencenação de A mão do povo brasileiro, uma das mais célebres e polêmicas exposições organizadas pelo Museu, e a realização de mostras que privilegiam a leitura de temas populares no modernismo brasileiro, como Portinari popular. A ideia é construir um museu aberto, múltiplo e plural, que seja permeável a diversas culturas. 

As histórias de Batista de Freitas e do MASP se misturam. O diretor fundador do MASP, Pietro Maria Bardi (1900-1999), introduziu o trabalho do artista no circuito de arte ao realizar sua primeira individual, em 1952. Ele tinha apenas 25 anos de idade, morava no bairro do Imirim, na Zona Norte de São Paulo, pintava e mostrava suas obras nas ruas do centro de São Paulo, onde Bardi o conheceu. 

Parte fundamental deste projeto é a publicação de um extenso catálogo, com reproduções de todas as obras em exibição, documentos raros e fotogra­ as de época, além de seis ensaios inéditos dos curadores e de críticos especialmente convidados a produzir novas re‑ exões sobre um artista até então marginalizado pela  história da arte o­ficial.

FERNANDO OLIVA, CURADOR, MASP

RODRIGO MOURA, CURADOR ADJUNTO DE ARTE BRASILEIRA, MASP/ Crédito: Masp/SP

Betty Rachíd
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